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B Fachada Oct 17, 2017
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B Fachada Oct 16, 2017
Regresso ao Porto, a convite da Associação de Estudantes FEUP! Concerto no Pavilhão Rosa Mota dia 1 de Novembro!
B Fachada Sep 15, 2017
Segunda-feira, às 19h: concerto privado em Cabriz. Reservas vias teatromosca teatro
B Fachada Sep 13, 2017
Dia 18, ao final da tarde, concerto privado em Sintra. Reservas via teatromosca teatro! https://www.facebook.com/events/1420462668007958/
B Fachada Aug 31, 2017
Nunca é tarde para ouvir 'Conselhos de Avô' - então agora, com solo de guitarra do Martim Broa e tudo, ainda mais ;)
B Fachada Aug 11, 2017
Ainda há bilhetes para logo, Coimbra!
B Fachada Aug 11, 2017
Apresentação do concerto de hoje à noite, em Coimbra! "B Fachada canta José Afonso: De certa forma, mais do que através da sua presença concreta, Bernardo Fachada faz parte da primeira geração a crescer com a memória de José Afonso. Daí, porventura, uma maior facilidade em ver ética onde outros viam moral, ver erudição onde outros viam popularização. Convidado pela “Antena 3” para uma emissão especial alusiva ao trigésimo aniversário da sua morte, em fevereiro último, Fachada tocou naquele que lhe parece um ponto essencial: “É redutor pensar que a música [dele] é instrumental para aquilo que são as ideias do coletivo”, afirmou. Isto, porque considera que “as portas para o Zeca e para os seus discos começam a abrir-se mais facilmente sem o preconceito histórico”. Ou seja, que a dimensão da obra de José Afonso pode ser medida tanto pela sua universalidade quanto pelas suas implicações circunstanciais. “O Zeca levanta muitas perguntas, nunca é exatamente didático”, explica Fachada. “A origem da sua intervenção é essa: ele está a fundar um género como quem tem uma ideia. As pessoas que mais tarde o vão imitar é que transformam aquilo num género funcional… Mas ele é um músico e a génese dele é o que está nas canções”, conclui. Era algo que tinha dado a entender um mês antes, quando participou num podcast sobre Música de Intervenção: não diminuindo a extrema relevância do contexto sociopolítico de cada época, lembrava que, antes de mais, “a música do Zeca intervém musicalmente”. Por outras palavras, Fachada receia que a associação exclusiva da música de José Afonso ao período revolucionário que culminou no 25 de Abril de 1974 venha a impedir uma plena adesão às suas qualidades mais transcendentes, sim, mas, mais veementemente ainda tem perfeita noção de um mal maior: que esse vínculo possa de alguma maneira sugerir que as contradições que José Afonso diagnosticou nas suas canções se tenham visto inteiramente superadas pela ansiada substituição de um sistema por outro. “O Zeca detestava ser rotulado ou que lhe rotulassem as canções”, diz. “Porque é óbvio que os assuntos sobre os quais se debruçava vinham de há muito… De há séculos. E que por cá continuaram mesmo após o seu desaparecimento… Até aos dias de hoje. Ele era perfeitamente intemporal na forma em como olhava para a música”. Por isso, antes de mais, não andará longe da verdade quem coloque a admiração de Fachada por Afonso ao nível daquela que um músico nutre por outro. Até porque, desse modo, se dirá mais natural a aproximação de um ao repertório do outro. “Toco as canções [dele] que me parece não fazerem diferença para as minhas. Procuro encontrar um autor comum a meio caminho”, revela. “A erudição musical do Zeca não é gratuita. Aliás, nele nada é vulgar. Ele nunca faz uma associação superficial, é sempre muito sofisticado.” Não será por acaso que uma das primeiras caracterizações de B Fachada, mal começou a dar nas vistas, o apontava como autor de um “folclore muito erudito”. Desde então, dir-se-á que quanto mais avançou no seu caminho mais convergiu com o de José Afonso. E há muito a uni-los, de facto: a começar pela própria ideia que têm da tradição, que se define por aquilo que se herda mas também por aquilo que se transmite. “O Zeca transformou a música”, esclarece Fachada, referindo-se ao que ele fez com a Canção de Coimbra ou com certas modas da Beira Baixa ou com a música angolana e moçambicana. “O Zeca é um perfeito pioneiro não só a nível nacional mas igualmente a nível europeu no processo de ‘reafricanização’ da música popular europeia. É de tal forma pioneiro – com a sofisticação, seriedade e carga de significado que tal acarreta – que não tem continuação. Nesse aspecto, é um visionário completo… E viverá imerso nessa ideia de fazer uma revolução cultural até ao fim dos seus dias.” Por onde quer que lhe pegue, Fachada encontra provas desse pioneirismo: “Mesmo em questões de género”, declara. “Se formos bem a ver, metade do meu repertório feminista é do Zeca… ‘Teresa Torga’, ‘As Sete Mulheres do Minho’, a Catarina Eufémia de ‘Cantar Alentejano’, enfim. Até nisso ele desbravou terras incultas.” É um exemplo, entre muitos, da forma como a música de Zeca expressa tantas ou mais convicções quanto aquelas que se adivinham no indivíduo. E será a isso que Fachada repetidamente se refere. Que, em José Afonso, o respeito pelo “formalismo e pela musicalidade na construção das canções raramente é sacrificado à necessidade de intervir.” Razão pela qual, há coisa de sete anos, quando se estreou no Grande Auditório do CCB, em Lisboa, Fachada tenha tocado ao piano uma longa versão de ‘Os Índios da Meia Praia’ nos antípodas da interpretação historicamente informada. Ali, em lume brando, tudo era simultaneamente esperança e desespero e alegria e dor, mas cada estrofe parecia feita para seduzir a seguinte. “É para devolver a sensualidade ao Zeca”, brincava, então, Fachada. Hoje, chama a atenção para o modo em como José Afonso “trabalhava com a língua e com algumas pronúncias para explorar a dialética tradicionalismo vs. intelectualidade”. Para o ritmo e para a versificação, para o uso de repetições e o recurso à voz como um instrumento. Nessa perspetiva, será um dos seus modelos. Diga-se que os muitos elogios à oralidade da língua portuguesa nas canções de Fachada têm um percursor óbvio em José Afonso. Agora, atente-se ao repertório de José Afonso que nestas suas atuações tem vindo a privilegiar – além das já citadas, costuma cantar ‘Altos Castelos’, ‘Deus te Salve Rosa’, ‘Tecto na Montanha’, ‘Balada do Outono’, ‘Quem Diz Que É Pela Rainha’, ‘Resineiro Engraçado’, ‘O Cavaleiro e o Anjo’, ‘Nefretite Não Tinha Papeira’, ‘Tenho Barcos, Tenho Remos’ ou ‘Menino do Bairro Negro’ – e verificar-se-á outro dos seus traços distintivos: “Povoar as canções de personagens e eventos reais, prolongando-lhes a vida em vez de encurtar a da canção”, sintetiza Fachada. O seu programa é também esse: mostrar que a música de José Afonso “continua relevante em toda a sua plenitude… Que é nisso que se tem de pensar… Que ele foi sempre muito claro e muito honesto no que diz respeito ao seu trabalho e às suas preocupações, mas que a sua intelectualidade nunca o separou do êxtase da música”, garante. No seu último álbum, B Fachada faz uma versão de ‘Já o Tempo se Habitua’ – aquela, em que Zeca cantava: “Nem o voo do milhano/ Ao vento leste// Nem a rota da gaivota/ Ao vento norte// Nem toda a força do pano/ Todo o ano/ Quebra a proa do mais forte/ Nem a morte”. Trinta anos depois continua a ser assim.”
B Fachada Aug 11, 2017
Pessoal de Coimbra: aproveitem a hora do almoço para comprar bilhete para logo ;) Antiga Igreja do Convento São Francisco, 21h30
B Fachada Aug 10, 2017
Coimbra! É já amanhã à noite: Zeca Afonso ao piano e à guitarra! Na antiga igreja do Convento São Francisco!
B Fachada Aug 10, 2017
Atenção Vila Nova de Gaia, Porto e arredores: hoje, 22h, concerto na Praça Central do ArrábidaShopping! A entrada é gratuita!
B Fachada Aug 08, 2017
Vila Nova de Gaia: Praça Central do ArrábidaShopping, dia 10, às 22h! Entrada gratuita, obviamente!
B Fachada Aug 07, 2017
B Fachada e Vitorino com Ricardo Ribeiro na homenagem a José Afonso em Coimbra
B Fachada Aug 07, 2017
Coimbra: 11 de agosto, 21h30, Igreja, Convento São Francisco "[Zeca Afonso] continua relevante em toda a sua plenitude… É nisso que se tem de pensar… Ele foi sempre muito claro e muito honesto no que diz respeito ao seu trabalho e às suas preocupações, mas a sua intelectualidade nunca o separou do êxtase da música”.
B Fachada Aug 04, 2017
Evento - faltam 7 dias... Bilhetes já à venda!
B Fachada Aug 04, 2017
Piano, voz e guitarra, a cantar Zeca (ou Professor José Afonso, se preferirem), na antiga igreja do Convento São Francisco! #Coimbra https://cmcoimbra.bol.pt/Comprar/Bilhetes/52157-b_fachada_canta_zeca_afonso-convento_sao_francisco/
B Fachada Aug 03, 2017
16 de setembro: Chelas-zona J Admissão gratuita
B Fachada Aug 02, 2017
Novo vídeo do Éme!
B Fachada Aug 01, 2017
Regresso aos concertos neste mês de Agosto: dia 10 no ArrábidaShopping (Vila Nova de Gaia) e dia 11 no Convento São Francisco (Coimbra)!
B Fachada Jun 09, 2017
Amanhã, na Feira do Livro de Madrid, pelas 19h, concerto à viola. Entrada livre, na Biblioteca Eugenio Trias, Retiro.
B Fachada Jun 08, 2017
10 de junho em Espanha: concerto na Feira do Livro de Madrid, 19h, Biblioteca Eugenio Trías.
B Fachada Jun 04, 2017
Hoje, às 18h, há concerto no Centro Cívico de Carnaxide. A entrada é gratuita!
B Fachada Jun 04, 2017
B Fachada
B Fachada Jun 04, 2017
B Fachada's cover photo
B Fachada Jun 02, 2017
Programa para o fim de semana: sábado, com Osso Vaidoso e Convidados | Theatro Circo domingo, concerto no Centro Cívico de Carnaxide, às 18h, com entrada gratuita - no âmbito das Festas do Município de Oeiras!